momento desabafo: O que aconteceu com pânico?

É um texto diferente do que costumo fazer, mais atravessado por um certo desabafo do que qualquer coisa, quase como se eu estivesse tentando organizar uma frustração enquanto escrevo. No fim das contas, a pergunta que fica martelando é simples e incômoda: o que aconteceu com Pânico? Começo dizendo que Pânico sempre foi minha franquia […]

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A Meia-irmã feia (2025) um conto de fadas macabro

Nos últimos anos, ganhou força uma tendência curiosa: recontar histórias infantis clássicas sob uma ótica assumidamente voltada ao horror. Exemplos não faltam, de Ursinho Pooh: Sangue e Mel a Screamboat, o famoso “filme do Mickey assassino”. Diante desse histórico, era natural existir certa resistência inicial à proposta de A Meia-Irmã Feia, uma releitura de Cinderela

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Guerreiras do k-pop (2025) a melhor animação do último ano?

Ocasionalmente prova-se difícil encontrar um ângulo do qual falar sobre algo, neste caso, um filme. É possível entrar num âmbito pessoal, explorá-lo a fundo, “nerdolar” à vontade, assim como explorar minúcias técnicas de uma obra, especialmente quando ela não desperta novas emoções. “KPop Demon Hunters” existe neste espaço onde o valor pessoal (ainda) é relativamente

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Sonhos de trem (2025) existe beleza no vazio?

“Paisagem não é fotografia, fotografia é desenho de luz.” – Maurílio dos Anjos Meses atrás, quando cinéfilos da internet faziam suas apostas para os indicados ao Oscar, muitos ignoraram “Sonhos de Trem”, não quem vos escreve. Houve um instinto primitivo afirmando-me que o longa de Clint Bentley receberia umas seis indicações, incluindo Melhor Filme, e

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“o morro dos ventos uivantes” (2026) amor, posse, vingança

Logo na introdução, um gemido ecoa sobre uma tela completamente escura, e já ali Emerald Fennell começa a quebrar expectativas. A diretora, que desde Bela Vingança e, mais recentemente, Saltburn (dois filmes que gosto), parece interessada em provocar reações extremas do público, apresenta um “Morro dos Ventos Uivantes” (entre aspas mesmo pois seria uma versão

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Kokuho – o preço da perfeição (2025)

“Kokuho – O Preço da Perfeição” poderia ser só mais um daqueles filmes sobre o custo pessoal de se fazer arte. Mas, ao contrário de alguns filmes no mesmo estilo, que costumam simplificar excessivamente esse esforço para favorecer uma narrativa mais palatável, aqui isso não acontece. Tudo leva seu tempo, e cada conquista, cada sacrifício,

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