Muito Prazer (2026) crítica
O cinema de Jorge Furtado existe naquele curioso vácuo entre o bem valorizado e o ofuscado. Enquanto “Ilha das Flores” é um clássico curta, essencial, exibido em escolas e faculdades, boa parte de seus outros projetos parecem perdidos no imaginário nacional popular, onde Meirelles, Salles, Mendonça e Rocha têm uma substancial dominância. Mais recentemente, “Saneamento […]
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